TRILHA HERÉGE 19 – Hippies (Anos 60/70)

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Mais uma sexta-feira, e com ela vem o momento mais esperado. TRILHA HERÉGE NO AR!!! E o tema de hoje é HIPPIES, a música dos anos 60/70.  Mas por que?

Você já se perguntou por que a música cristã contemporânea (música tocada na igreja), é do jeito que é, aquele aspecto de banda com bateria, guitarra, baixo… Acredite, existiu um tempo em que isso era do DEBÔNIO, mas no fim dos anos 60 TUDO MUDOU, quer dizer, quase tudo, tem lugar que banda ainda é coisa do demo👿 .

E o que o hippies tem a ver com a música gospel cristã?

Senta que lá vem história:

O fim dos anos 60 foram bem complicados. Teve Guerra Fria, a morte de John Kennedy, a ebulição dos movimento dos direitos civis, Guerra no Vietnã, a morte de Martin Luther King… É meio lógico houvesse um clamor por paz e amor no meio desse caldeirão de acontecimentos, por isso o movimento Hippie é um movimento de contracultura. E claro que eles buscavam a paz e o amor em todos os lugares, menos na igreja, que era (e ainda é em muitos casos) parte da cultura vigente e representante do tradicionalismo.

É aí que entra o Jesus Movement, que foi um mover da igreja alcançando e batizando muitos desses hippies. Quando eles se convertiam, eles não deixavam as bases de seu estilo de vida (a busca de paz, amor, realidade e vida, a rejeição ao consumismo capitalista, da hipocrisia religiosa e da cultura norte-americana), mas os traziam junto, fazendo com que a contracultural passasse a fazer parte da vida da igreja. Isso fez com que Igrejas tradicionais adotassem estilos mais informais nos cultos, novas igrejas e denominações cristãs surgissem. Passou-se a usar a usar mais as artes (teatro, pintura, desenho, caricatura) dentro da vida de corpo,  e com isso tudo veio o surgimento da Jesus Music (Música de Jesus).

Foi aí que o rock encontrou a música cristã, e se tornou a base do movimento de avivamento da juventude. Um dos efeitos disso foi a realização em larga escala de festivais de “Jesus Rock”, com apoio de gravadoras que viram no movimento um filão para a indústria fonográfica. E daí, pro go$pel que a gente conhece, foi um pulo.

E agora chega de aula de história, e bora ver como era o som do fim dos anos 60 e começo dos 70. Dá o play aí!

Trilha Herége no Deezer

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