O bebê profeta

Quem disse que crianças não tem o dom de pregar? Elas já aprendem desde pequenas… o que é uma pena!



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1 Resultado

  1. any caroline disse:

    Bebê de proveta é um bebê proveniente de uma inseminação artificial ou fertilização in vitro, ou seja, não resulta de uma fecundação em condições naturais proveniente de uma relação sexual entre um homem e uma mulher, mas antes da fecundação gerada em laboratório.
    Designa-se proveta exactamente para aludir à sua “criação” laboratorial. O primeiro bebê-proveta do mundo chama-se Louise Brown e nasceu a 25 de Julho de 1978, em Bristol, Inglaterra. Os médicos britânicos envolvidos neste processo foram Robert Edward e Patrick Steptoe, na Bourn Hall Clinic, em Cambridge.
    No dia 7 de outubro de 1984, nascia Ana Paula Bettencourt Caldeira na cidade de São José dos Pinhais, Região Metropolitana de Curitiba, o primeiro bebê-proveta brasileiro.[1]
    O primeiro bebé proveta a nascer em Portugal, é hoje jogador profissional do Sporting Clube de Portugal, avançado chamado Carlos Saleiro.[2]
    O método da fertilização “in vitro” veio trazer novas esperanças aos casais inférteis, abrindo uma nova era no tratamento da infertilidade. Actualmente este método é utilizado, em diversas situações como no caso de bloqueamento das trompas de Falópio, ou em casos deespermatozóides deficientes (por exemplo imóveis) ou em número reduzido. Cerca de 25% das gravidezes por fertilização “in vitro” sãogémeos, o que corresponde a uma incidência bastante superior à das gravidezes naturais em que o normal é surgir um par de gémeos por cada 80 nascimentos.
    Em Portugal, Alberto Barros é um dos especialistas portugueses em reprodução medicamente assistida mais prestigiado, tendo sido, juntamente com a sua equipa, no Porto, responsável pela introdução da metodologia da microinjecção intracitoplasmática, no país. Esta nova metodologia aumenta significativamente as possibilidades de sucesso numa gravidez, pricipalmente em situações de número reduzido de espermatozóides ou mobilidade deficiente ou nula, dos mesmos, o que os impossibilita de penetrar no óvulo e consequentemente fecundá-lo.

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